Recentemente, o Instituto de Manufatura Inteligente, em colaboração com uma empresa de eletrônicos, concluiu uma avaliação da pegada de carbono de todo o ciclo de vida de computadores industriais *all-in-one* com tela sensível ao toque e desenvolveu um modelo de cálculo que abrange matérias-primas, fabricação, transporte, uso e reciclagem. Medições reais revelaram que as emissões de carbono da etapa de fabricação representaram mais de 65% do total, sendo o processamento de alumínio, a produção de painéis de vidro e a montagem de placas de circuito as principais fontes de emissão. Durante a fase de uso, as emissões médias anuais de carbono decorrentes do consumo de eletricidade em operação de alta carga equivaleram a 15% das emissões da etapa de fabricação.

Para enfrentar essas questões, a equipe do projeto propôs quatro estratégias de otimização: utilização de materiais ecológicos, como alumínio reciclado e vidro de baixo carbono; modernização das linhas de montagem para maior eficiência energética, visando reduzir o consumo de energia por unidade em 23%; implementação de um design modular para prolongar a vida útil do produto e facilitar a manutenção; e estabelecimento de um sistema de reciclagem em circuito fechado para aumentar o reaproveitamento de metais preciosos. Após implementações-piloto em três empresas, a pegada de carbono dos produtos diminuiu, em média, 30%.
Especialistas observaram que esse sistema de avaliação emprega uma metodologia científica e deve ser incorporado às normas do setor, fornecendo um modelo quantificável para a transformação ecológica de equipamentos inteligentes. Este estudo não apenas oferece um caminho para a redução de carbono em computadores industriais *all-in-one* com tela sensível ao toque, mas também serve como referência para o design ecológico de dispositivos terminais semelhantes, marcando uma nova fase de transformação ecológica refinada e sistemática no setor manufatureiro da China.